terça-feira, 17 de maio de 2011

Guaramiranga


Guaramiranga
palavra originária do tupi, que significa "Pássaro vermelho", está situada à 110 km de Fortaleza, com acesso pela CE 060 (Fortaleza-Baturité-Guaramiranga) e CE 065 (Fortaleza-Palmácia-Guaramiranga). O município serrano encontra-se à 865m de altitude, totalmente inserido na Área de Proteção Ambiental do Maciço de Baturité, com temperatura que varia entre 18 e 25ºC. A paisagem proporciona um clima úmido e vegetação típica de mata atlântica intensificada pelas cores das flores nativas da região, surpreende seus visitantes com uma visão diferente doCeará.
Com uma população acolhedora (4.070 habitantes) a cidade tem se destacado no cenário nacional principalmente pela realização de diversos
eventos
de cunho cultural e turístico. É o local ideal para um convívio mais próximo à natureza
Atrativos: De vários locais da cidade é possível ver o Mirante do "Pico Alto" (13 km do centro), ponto culminante do Maciço de Baturité, com 1.115 metros de altitude o 2º maior do Ceara e 3º do Nordeste. Do Pico, pode-se avistar a transição da serra com o sertão cearense, além de parte do rio Pacoti. O acesso ao local pode ser feito através de trilhas ecológicas ou por estradas de asfalto. Outro local e "Linha da Serra" (11 km do centro), Seu acesso é por via asfaltada e tem altitude média de 950 m e vista panorâmica de toda a serra, tanto para o lado do litoral como do sertão. Num dos pontos mais altos da Linha da Serra encontra-se o restaurante Tramonto. Nascente do rio Pacoti, Poço Escuro, Parque das Trilhas, Parque das cachoeiras são outros atrativos importantes da região

TURISMO SUSTENTÁVEL E MEIO AMBIENTE

TURISMO SUSTENTÁVEL E MEIO AMBIENTE
Uma atividade que utiliza muito recurso natural é o turismo, que faz da natureza pontos turísticos e exige construções de infra- estruturas para receber os visitantes, porém, tem havido uma série de propostas para amenizar esses impactos, de maneira a conciliar preservação da natureza com a expansão do turismo.
E é estudando essas propostas que muitas pessoas confundem ecoturismo com turismo sustentável.
O Turismo Sustentável é uma maneira de manter essa infra- estrutura sem atitudes ofensivas ao meio ambiente, atendendo às necessidades dos turistas e dos locais que os recebem de maneira simultânea, fazendo o necessário para atender a economia, a sociedade e o ambiente sem desprezar a cultura regional, a diversidade biológica e os sistemas ecológicos que coordenam a vida.
Não é fácil estruturar um projeto de turismo sustentável, e muito menos colocá-lo em prática, pois exige atitudes ambientalistas, regras de utilização dos recursos naturais, e um pensamento ecológico, o que se contrapõe ao encontrado hoje na maioria dos lugares.
Já o Ecoturismo, é a exploração de ecossistemas em seu estado natural, sua vida selvagem e sua população nativa, o que de certa maneira preserva esses ecossistemas constantemente visitados, mas não é estruturado para preservar o meio ambiente, mas sim para fins lucrativos.
Em 2003 o Brasil começou a contar com o Plano Nacional do Turismo (PNT), que tem como base a ética e a sustentabilidade, e vem auxiliado o governo a tomar atitudes ecologicamente corretas.
Existem hoje no país outros projetos de turismo sustentável como o da Bacia Hidrográfica de Maquiné, que visa à exploração do rio sem causar danos ao meio ambiente, organizando as atividades turísticas já existentes na região e mobilizando a população com esse fim, o projeto de união do Rio de Janeiro e Minas Gerais na luta pelo turismo sustentável, o Projeto Pega Leve, voltado à convivência responsável com o meio ambiente e respeito a ele, entre tantos outros projetos encontrados pelo país afora.
O Brasil ainda está dando os primeiros passos para o turismo sustentável, havendo ainda aqui uma maior preocupação com o ecoturismo do que com primeiro, mas algumas cidades já o adotaram como, por exemplo, a cidade de Bonito, situada no Mato grosso do Sul, sendo um dos grandes destaques do turismo nacional, adotou uma política sustentável a partir dos anos 90, quando começou a ser mais visitado e sentiu a necessidade de colocar regras no turismo para que não destruísse seus bens naturais.

No exterior também encontramos cidades que já adotaram o turismo sustentável como Oeiras em Portugal, Rimini na Itália, Nuernberg na Alemanha, Gent na Bélgica, Cremôna e Réggio Calabria na Itália, Antalya na Turquia, Viareggio na Itália, Namur na Bélgica, Termoli na Itália e Salsomaggiore Terme também na Itália, todas componentes da Rede Europeia de Cidades para o Turismo Sustentável organizado no dia 8 de fevereiro de 2010 numa reunião em Bruxelas, a fim de proteger seus patrimônios naturais de um turismo mal estruturado.
O turismo sustentável e mesmo o ecoturismo são maneiras de proteger a vida mantendo a economia ativa, uma forma de unir responsabilidade ao desenvolvimento, sendo mais um passo para o tão almejado desenvolvimento sustentável.



 

AQUECIMENTO GLOBAL

AQUECIMENTO GLOBAL
Todos os dias acompanhamos na televisão, nos jornais e revistas as catástrofes climáticas e as mudanças que estão ocorrendo, rapidamente, no clima mundial. Nunca se viu mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como tem ocorrido nos últimos anos.
A Europa tem sido castigada por ondas de calor de até 40 graus centígrados, ciclones atingem o Brasil (principalmente a costa sul e sudeste), o número de desertos aumenta a cada dia, fortes furacões causam mortes e destruição em várias regiões do planeta e as calotas polares estão derretendo (fator que pode ocasionar o avanço dos oceanos sobre cidades litorâneas). O que pode estar provocando tudo isso? Os cientistas são unânimes em afirmar que o aquecimento global está relacionado a todos estes acontecimentos.
Pesquisadores do clima mundial afirmam que este aquecimento global está ocorrendo em função do aumento da emissão de gases poluentes, principalmente, derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel, etc), na atmosfera. Estes gases (ozônio, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e monóxido de carbono) formam uma camada de poluentes, de difícil dispersão, causando o famoso efeito estufa. Este fenômeno ocorre, pois, estes gases absorvem grande parte da radiação infra-vermelha emitida pela Terra, dificultando a dispersão do calor.
O desmatamento e a queimada de florestas e matas também colabora para este processo. Os raios do Sol atingem o solo e irradiam calor na atmosfera. Como esta camada de poluentes dificulta a dispersão do calor, o resultado é o aumento da temperatura global. Embora este fenômeno ocorra de forma mais evidente nas grandes cidades, já se verifica suas conseqüências em nível global

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Aquecimento global

Conseqüências do aquecimento global

- Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas;
- Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do planeta Terra;
- Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas;
- Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.

Um aumento nas temperaturas globais pode, em contrapartida, causar outras alterações, incluindo aumento no nível do mar, mudanças em padrões de precipitação resultando em enchentes e secas.[4] Espera-se que o aquecimento seja mais intenso no Ártico, e estaria associado ao recuo das geleiras, permafrost e gelo marinho. Outros efeitos prováveis incluem alterações na frequência e intensidade de eventos meteorológicos extremos, extinção de espécies e variações na produção agrícola. O aquecimento e as suas consequências variarão de região para região, apesar da natureza destas variações regionais ser incerta.[5] Outra ocorrência global concomitante[6][7] com o aquecimento global que já se verifica e que se prevê continuar no futuro, é a acidificação oceânica, que é também resultado do aumento contemporâneo da concentração de dióxido de carbono atmosférico.

Um aumento nas temperaturas globais pode, em contrapartida, causar outras alterações, incluindo aumento no nível do mar, mudanças em padrões de precipitação resultando em enchentes e secas.[4] Espera-se que o aquecimento seja mais intenso no Ártico, e estaria associado ao recuo das geleiras, permafrost e gelo marinho. Outros efeitos prováveis incluem alterações na frequência e intensidade de eventos meteorológicos extremos, extinção de espécies e variações na produção agrícola. O aquecimento e as suas consequências variarão de região para região, apesar da natureza destas variações regionais ser incerta.[5] Outra ocorrência global concomitante[6][7] com o aquecimento global que já se verifica e que se prevê continuar no futuro, é a acidificação oceânica, que é também resultado do aumento contemporâneo da concentração de dióxido de carbono atmosférico.

Aquecimento global é o aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra que ocorre desde meados do século XX e que deverá continuar no século XXI. Segundo o Quarto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (2007), a temperatura na superfície terrestre aumentou 0,74 ± 0,18 °C durante o século XX.[1]

Visitação no Dragão do Mar

ÁREAS NATURAIS

ÁREAS NATURAIS PROTEGIDAS
Fora do setor estrito de proteção da natureza, que ocorre através dos sistemas oficiais encarregados da gestão dos recursos naturais, existem no Brasil várias outras categorias de áreas protegidas interessantes de se conhecer. A mais antiga é a área natural de interesse à cultura e de proteção das paisagens notáveis. Essas áreas, no Brasil, são chamadas de áreas tombadas - termo que remete à Torre do Tombo, em Portugal, onde, desde os tempos coloniais e até hoje são arquivados os documentos mais importantes da história daquele País. "Tombamento" ou área natural tombada tem, portanto, o sentido de uma área que, por suas características excepcionais, está sujeita a restrições de uso que a protegem.
As mais notórias áreas naturais tombadas no Brasil são a pedra do Pão-de-Açúcar e o pico do Corcovado, no Rio de Janeiro. Além destas, vários estados brasileiros tombaram largas extensões de remanescentes de Mata Atlântica, especialmente ao longo das Serras do Mar e Geral, nas regiões Sul e Sudeste do País. E essas áreas estão protegidas por serem símbolos, paisagens notáveis do País e, também, pelo entendimento de que a natureza é a base da cultura de um povo. Além disso, a nossa nova Constituição determina que a Amazônia brasileira, o Pantanal Matogrossense, a região litorânea, a Serra do Mar e a Mata Atlântica são patrimônios nacionais, o que obriga o Estado e todos os cidadãos a terem especial atenção para com os mesmos.
Modalidade diferenciada de proteção, que vem desde a primeira metade do século XX e é parte da legislação florestal, são as áreas designadas como de preservação permanente. Quando o primeiro código florestal brasileiro foi editado, ficaram sob proteção legal os manguezais e todas as formas nativas de vegetação situadas nas nascentes e nas margens dos rios e lagos, em encostas de mais de 45º de inclinação, os topos de morro e as áreas acima de 1.800 metros de altitude. Isto, para garantir a proteção da produtividade pesqueira, dos mananciais de água e a estabilidade das encostas. Essas áreas de preservação permanente, mesmo não tendo sua legislação plenamente efetivada, constituem importante massa protegida de vegetação nativa.
Mais recentemente, entendendo a responsabilidade e o papel cada vez mais significativo a ser desempenhado pela sociedade civil no processo de proteção da natureza, foi criada a figura das Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), um sistema legal de conservação que abrange áreas de propriedades particulares que apresentam condições naturais primitivas, semi-primitivas, recuperadas ou com características que justifiquem ações de recuperação, pelo seu aspecto paisagístico ou para a preservação do ciclo biológico de espécies da fauna ou da flora nativas. Sua criação resulta da iniciativa dos proprietários e não implica na desapropriação de terras. Nesse processo, qualquer proprietário de terras onde existam manchas significativas de vegetação nativa pode requerer ao governo, mediante o compromisso de protegê-la, a sua inclusão como uma RPPN e, com isto, receber uma série de incentivos. Esse sistema tem se ampliado de forma acelerada no Brasil e é mais uma demonstração do crescente interesse de particulares na defesa de nossos ecossistemas.
Mesmo não sendo entendida como uma categoria de conservação, vale citar também aqui as Reservas Indígenas, que cobrem hoje uma área considerável de dezenas de milhões de hectares de vegetação nativa do País. Esse sistema, mesmo não estando expressamente protegido quanto à conservação da natureza, representa uma quantidade de terras e de valores bióticos de enorme expressão. Além delas, pode-se mencionar também as áreas de interesse turístico e as áreas de proteção de mananciais de água, que vem sendo aplicadas em diferentes regiões para atender a objetivos específicos.

ECOTURISMO

ECOTURISMO
O ecoturismo, também chamado de turismo ambiental, turismo sustentável, turismo verde, é uma atividade realizada de forma responsável, que cumpre os princípios elementares de desenvolvimento sustentável. Ele é uma vertente do turismo voltada para a apreciação de elementos da natureza, realizado de forma consciente e ecologicamente correta.
Seu desenvolvimento proporciona um baixo impacto ambiental, visto que é impossível não ocorrer nenhuma alteração no ambiente durante o trânsito de pessoas e veículos em um determinado local, no entanto, sua prática é bem menos agressiva ao meio ambiente, além de ter parte dos recursos financeiros destinados à preservação ambiental.
O público que busca esse tipo de turismo visa estar em contanto com a natureza, sair da rotina de estresse do trabalho, satisfazer necessidades de repouso, diversão, recreação, aventura, entre outros prazeres. Entre as atividades desenvolvidas estão: trilhas ecológicas, tirolesa, arvorismo, cavalgada, boia-cross, cicloturismo, observação de fauna e flora, trekking, asa-delta, balonismo, rafting etc.
Um dos grandes aspectos positivos das atividades desenvolvidas no ecoturismo é a relação com a educação ambiental, pois o contato direto com o meio ambiente e as comunidades visitadas pode promover o respeito e a conscientização ambiental e cultural. Palestras de campo, eventos ecológicos, visitas monitoradas por guias qualificados, entre outros, também auxiliam nesse processo.
O ecoturismo vem ganhando vários adeptos e, atualmente, é o segmento de turismo que mais cresce no mundo, representando 8% do mercado global. No Brasil, o ecoturismo tem apresentado crescimento de 30% ao ano. A grande variedade de belezas naturais do país contribui para esse aumento acima da média mundial